WYNDHAM PLANEJA FAZER AQUISIÇÕES NO BRASIL

O grupo hoteleiro americano Wyndham, dono de 20 marcas presentes em 8,4 mil hotéis de 80 países, procura oportunidades de aquisições no Brasil. O plano de negócios para o mercado brasileiro inclui ainda importar bandeiras presentes em outros destinos e lançar resorts.

"Somos uma empresa que está disposta a crescer por aquisições", disse Alejandro Moreno, presidente da Wyndham para América Latina. "Temos algumas conversas", afirmou, sem dar detalhes.

O executivo disse que a Wyndham fez movimentos recentes no mundo que mostram caminhos que devem ser replicados no Brasil. Em dezembro de 2016, a companhia comprou a operadora argentina de hotéis FEN, assumindo 26 empreendimentos. Em janeiro, o grupo assumiu o controle da americana La Quinta, uma rede texana que opera 900 hotéis nos Estados Unidos, México e Caribe.

A Wyndham tem suas bandeiras em 206 hotéis da América Latina, dos quais 34 estão no Brasil - menos que os 43 localizados no México e os 40 na Argentina.

A empresa tem contratos para a abertura de mais seis hotéis no mercado brasileiro este ano. A meta é fechar 2020 com pelo menos 50 unidades no país.

"O Brasil tem potencial para ser nosso maior mercado na América Latina. A crise econômica afetou um pouco nossa expansão, mas acreditamos que a recessão passou. Estamos mudando nossa estratégia para o país, aumentando as equipes de desenvolvimento, comercial e de marketing, para dar mais atenção a esse mercado", disse Moreno.

O grupo Wyndham, que faturou US$ 5,7 bilhões em 2017, atua no Brasil por meio de parcerias com operadores locais, como a Nobile, de Brasília. O grupo americano faz um contrato de franquia com esse parceiro, que então pode usar a plataforma de distribuição e marcas como Wyndham Gardens, TRYP by Wyndham, Ramada, Days Inn e Super 8.

Segundo Moreno, os acordos de parceria vão ser mantidos, mas nos novos contratos, o grupo quer negociar diretamente com os donos dos imóveis em que funcionam os hotéis e com as construtoras que planejam erguer novos empreendimentos. "Os acordos de franquia têm funcionado, mas vamos dar preferência aos acordos operacionais", afirmou.

Atuando diretamente, a prioridade da Wyndham é trazer para o Brasil a principal bandeira do grupo, Wyndham Grand, marca de luxo da companhia. "Precisamos ter esse hotel em São Paulo", disse Moreno.

A empresa também planeja trazer para o Brasil outras bandeiras, como Dazzler, Howard Johnson e La Quinta. "Todas as bandeiras vão adotar a assinatura 'by Wyndham' para fortalecer a marca Wyndham", disse.

A Wyndham também vai disputar o mercado de resorts, segundo Moreno. O grupo, que tem cerca de 200 resorts no mundo, quer abrir pelo menos quatro unidades no mercado brasileiro até 2020. "A demanda por esse produto tem crescido no país", acrescentou.

O grupo Wyndham é dono da RCI, a maior empresa mundial no segmento de compartilhamento de férias - no qual o cliente compra o direito de usufruir de um determinado empreendimento, hotel ou resort, por um período de 3 a 20 anos, em média. No Brasil, essa empresa tem contratos comerciais com resorts como Rio Quente e Sauípe. "Vamos usar essa plataforma para trazer hóspedes para nossos resorts no Brasil", disse Moreno.

Fonte: Valor Econômico

 

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