Home NEWS Capital Markets Fintechs podem liderar safra de IPOs na bolsa brasileira

Algumas fintechs inclusive já buscam recursos no mercado de capitais por meio de instrumentos mais simples, como fundos de recebíveis ou securitização.

A Creditas lançou em março um fundo de recebíveis de 50 milhões de reais. O Geru faz uma modalidade de securitização com seu parceiro europeu AndBank.

E o Nubank recebeu no fim de 2016 300 milhões de reais do Goldman Sachs por meio de Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC).

Fonte: G1

Fintechs avaliam listar ações na B3

Empresas tecnológicas de serviços financeiros no Brasil fazem planos de listar ações na B3, na esteira da rápida popularidade que ganharam com a oferta de soluções para enfrentar os serviços bancários caros e burocráticos no Brasil.

Entusiasmados com as cifras bilionárias de recursos captados por startups financeiras em mercados como Estados Unidos e Ásia, empreendedores das chamadas fintechs nacionais avaliam que o ambiente é favorável para que esse movimento se reproduza aqui, ainda que em escala bem menor do que no exterior.

Embora descartem planos de listagem para logo, executivos de fintechs estão atentos a empresas financeiras maiores, como a XP Investimentos e o Banco Intermedium, que já tornaram público o interesse em lançar ações, antes de definirem os próximos passos.

Fonte: DCI