Os projetos têm potencial para colocar mais ativos à disposição dos investidores
Um dos grandes inibidores da inovação no mercado de capitais é a pesada regulação imposta sobre os participantes. Três tipos de operação, no entanto, receberam o aval para participar do “sandbox” da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que considera um arcabouço regulatório mais simplificado e flexível.
O sandbox é um ambiente no qual se espera que as transações escolhidas se desenvolvam de forma mais livre por até dois anos. Elas envolvem: a emissão de valores mobiliários digitais, a criação de novos mercados de negociação e o uso da tecnologia “blockchain”, que é um sistema de registro de informações digitais. A CVM selecionou projetos nessas três áreas que serão monitorados e, ao fim do período de testes, o regulador pode dar autorização definitiva para os negócios, e criar regras específicas sobre os temas.
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